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Da sala de aula para a comunidade: escolas de SP conquistam o Prêmio Ciência para Todos
Alunos de Várzea Paulista, Pedreira e Franca vencem a 4ª edição do Prêmio Ciência para Todos, iniciativa da Fapesp e do Canal Futura, com projetos de impacto social e ambiental
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- • Prêmio Ciência para Todos, da Fapesp e Canal Futura, impulsiona projetos científicos nas escolas públicas.
- • Vencedoras: EE Mitiharu Tanaka (Várzea Paulista), EE Luiz Bortoletto (Pedreira) e EE Ângelo Scarabucci (Franca).
- • Estudantes mapearam alagamentos, enfrentaram desafios locais e criaram soluções ambientais com apoio da comunidade.
- • Reconhecimento fortalece a pesquisa escolar, desenvolve competências e gera novas parcerias acadêmicas.

A ciência que resolve problemas começa observando o que está ao redor. Foi assim que três escolas estaduais de São Paulo conquistaram a 4ª edição do Prêmio Ciência para Todos. Com orientação de seus professores e apoio da comunidade, os estudantes transformaram curiosidade em dados, protótipos e propostas que melhoram a vida nos bairros onde vivem.
O que é o Prêmio Ciência para Todos?
Criado pela Fapesp em parceria com o Canal Futura, o prêmio estimula investigações científicas em todas as áreas do conhecimento dentro das escolas públicas. A ideia é simples e potente: incentivar projetos que partem de questões reais, articulam conteúdos do currículo e devolvem à comunidade soluções viáveis.
Quais foram as escolas vencedoras?
Várzea Paulista
Na Escola Estadual Mitiharu Tanaka, a equipe desenvolveu o projeto Cidade à Prova d'Água. Os estudantes mapearam pontos críticos de alagamento, analisaram dados de chuva e propuseram intervenções de drenagem e retenção que ajudam a reduzir os impactos das tempestades no bairro.
Pedreira
A Escola Estadual Luiz Bortoletto apresentou um trabalho com foco em desafios locais, conectando conceitos científicos e práticas de campo. O projeto valorizou a cooperação entre estudantes, escolas e comunidade para transformar evidências em ação.
Franca
Na Escola Estadual Ângelo Scarabucci, os estudantes criaram uma proposta com olhar ambiental e social, fortalecendo a cultura de pesquisa e a comunicação científica dentro da rede pública.
Por que esse reconhecimento importa?
O resultado acende um farol para a educação pública. Os projetos premiados mostram que investigação na escola não é atividade acessória. É uma forma de aprender conteúdos com sentido, desenvolver pensamento crítico, escrever melhor, falar em público e trabalhar em equipe. Quando a pesquisa nasce do território, a escola ganha relevância e os estudantes se reconhecem como parte da solução.
O que vem a seguir?
A premiação abre portas para novas parcerias, visitas técnicas e intercâmbio com universidades. Para quem deseja participar nas próximas edições, a dica é começar pequeno, formular boas perguntas, registrar dados com rigor e comunicar resultados de modo claro à comunidade.
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